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Simplesmente
amor
Love actually
Inglaterra, EUA, 2003
Comédia/romance
155 min. |
Direção:
Richard Curtis
Roteiro: Richard Curtis
Elenco: Hugh Grant, Liam Neeson, Colin Firth, Laura
Linney, Emma Thompson, Alan Rickman, Keira Knightley, Rodrigo Santoro,
Bill Nighy, Rowan Atkinson, Andrew Lincoln, Billy Bob Thornton |
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Emma Thompson e Alan Rickman |
Antes de participar
de Simplesmente
Amor, Emma Thompson e Alan Rickman
participaram de outro importante filme inglês... um tal de Harry
Potter e o Prisioneiro de Azkaban. Estamos falando aqui de Sibila Trelawney,
professora de Adivinhação, e o temido Prof. Snape, respectivamente.
Embora Emma tenha adorado participar do filme do jovem bruxo, seu personagem
só aparece de novo no quinto livro, o que a deixa bastante apreensiva
para retornar ao projeto, afinal ela adora Harry Potter. Voltando
à comédia romântica, os dois interpretam um casal de meia-idade
em crise. Colegas de longa data (participaram juntos de filmes como Razão
e Sensibilidade e Judas Kiss), eles conversaram com o Omelete
sobre casamento e a reação das outras atrizes ao ver Rodrigo
Santoro, tudo isso mostrando o inconfundível senso de humor
britânico.
Como manter um casamento funcionando?
Emma Thompson
– Fazer manutenção regularmente. Isso pode ser feito simplesmente
dizendo coisas como "faz tempo que nós não saímos
para jantar, que tal hoje?" ou "vamos viajar neste fim de
semana sem as crianças". Sabe, são estas pequenas coisas
que fazem a diferença. Pra falar a verdade, tudo o que você tem
de fazer é se comunicar.
Como funciona este triângulo amoroso entre os personagens de vocês e Mia (Heike Makatsch)?
Alan Rickman
– Os dois se amam, mas de repente aparece esta garota. Ela é uma mulher
muito inteligente. Heike fez seu papel exatamente como deveria.
ET – Ela também
é bastante irritante, porque ela é a mulher mais bonita que eu
já vi na minha vida. Não tem como competir. Se alguém como
ela chega no seu marido, você tem de dizer "não queria,
mas eu entendo".
Qual é o segredo de Richard Curtis?
ET – Se você
escreve comédia, que é o gênero mais difícil de se
escrever, você não pode generalizar. Você tem de falar sobre
a sua cultura. Se você está escrevendo drama ou tragédia,
já é bem diferente porque a linguagem é quase sempre a
mesma. Mas a linguagem do humor se torna muito mais restrita à língua
daquele país específico. Eu não acho que ele poderia fazer
o que ele faz se não tivesse esta voz britânica.
Como foi contracenar com Rodrigo Santoro?
ET – Quando ele estava lá, todas as mulheres ficavam assim [Emma abre a boca e fica de queixo caído]. (risos)