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Supergirl volta de hiato com trama principal em segundo plano e foco nos coadjuvantes

Série coloca o pé no freio na ameaça das Worldkillers, mas continua relevante com outros temas
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CW/Divulgação
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Quando uma série entra em hiato, é esperado que ela retorne com acontecimentos relevantes para a história, ao mesmo tempo em que relembra os fãs de onde cada trama parou. Supergirl, porém, voltou de sua recente pausa da terceira temporada com um pé no freio da trama principal, apostando principalmente nas histórias de seus coadjuvantes. Isso poderia ser um demérito, se a série não estivesse madura o suficiente para abordar temas interessantes em todos os seus núcleos.

Grande parte de “Schott Through the Heart” é focada em Winn Schott (Jeremy Jordan) e como ele lida com a perda do pai, o Homem-Brinquedo. Embora a presença do vilão ainda exista com artimanhas que ele deixou para trás, o grande antagonista do episódio é a relação conturbada entre pais e filhos. Winn tem o retorno de sua mãe, Mary, interpretada pela incrível Laurie Metcalf. Há um contexto de abandono e ressentimento por parte do filho e as cenas entre Jordan e Metcalf são profundas e de partir o coração. Em outro núcleo, quem precisa lidar com isso é J’onn (David Harewood), que vê seu pai gradativamente perdendo a memória, um momento difícil da velhice para qualquer família. Como todo patriarca superprotetor, M’yrnn (Carl Lumbly) não quer que o filho se afaste de suas atividades para cuidar dele e isso causa um embate emocional delicado entre os dois.

Nesse segundo núcleo, ainda há tempo para uma discussão racial leve, quando Alex (Chyler Leigh) mostra admiração por J’onn - que pode assumir qualquer forma - escolher ser um homem negro no contexto atual dos EUA. A conversa sai de forma natural, não tem tom de discurso e mostra como os roteiristas equilibram o contexto fantástico dos super-heróis com as dores e lutas da vida real. A maturidade desses temas mostra que Supergirl pode se dar ao luxo de deixar a trama principal de lado, principalmente em um hiato não planejado por problemas de produção - saiba mais aqui.

O único grande problema do episódio é a relação entre Kara (Melissa Benoist) e Mon-El (Chris Wood). A separação do casal foi um momento difícil, porém de grande amadurecimento para o seriado. A Supergirl aprendeu lições importantes com a perda e ainda mantém parte dessa maturidade, mas é ruim perceber que um possível retorno do relacionamento fica sempre no ar, seja por uma olhada mais demorada entre os personagens, ou pela trilha sonora que sobe quando os dois se encontram. É difícil se desapegar do contexto de romance, principalmente em uma série que faz sucesso com o público adolescente, mas Supergirl só tem a ganhar se finalmente deixar Kara seguir sua história apenas com a amizade de Mol-El.

Segundo as sinopses já divulgadas, o próximo episódio, “In Search Of Lost Time”, deve manter essa linha de tramas focadas nos coadjuvantes e a ameaça das Worldkillers retorna realmente no capítulo 16, “Of Two Minds”. Mas se Supergirl manter o bom nível deste episódio e continuar com suas discussões relevantes, isso não será um problema.

A série é transmitida no Brasil pelo canal pago Warner Channel.

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A mão 👋 do hype chega a tremer...

Pode colocar o "verse" que quiser kkkk a verdade é que Arrow, Supergirl e Flash (certos episódios) estão decaindo em relação às suas temporadas anteriores.

Nesse ritmo, vão ter que mudar o nome do "Arrowverse". Que tal <i>Flashverse</i>? Ou <i>Legendverse</i>?

Eu também comemoraria. Talvez não da mesma forma.

série horrível, efeitos toscos.

Ah cara...assisti The Flash até a terceira temporada e não deu pra aguentar aquele vilão de tokusatsu. Arrow não da pra aguentar as partes que parecem novela e as referências ao Batman.

Então... De uma forma geral (segundo a minha avaliação pessoal) as séries da DC são legais nas primeiras temporadas: Arrow e Flash foram boas na duas primeiras temporadas, mas aí caiu de nível. As Lendas seguraram as pontas numa fase em q as demais estavam péssimas... Agora Supergirl é uma DCpção. Ruinzinha desde o começo. J'onn J'onzz é uma piada. Hank Henshaw é um insulto como Super Ciborgue. Pra uma série de heróis (aí posso incluir todas da DC) às vezes eles focam demais nos relacionamentos interpessoais, chegando a parecer novela mexicana em chatice, com seus dramalhões e discursos motivacionais exagerados... Vc diz achar q o Superman não convence. Pois eu te digo q ele acabou sendo o melhor q teve na série, e conseguiu trazer o q o personagem muitas vezes simboliza: esperança. Esperança de q a série melhorasse... Mas aí ele foi embora... e a esperança tbm...

não tem jeito, série que continua fazendo 18 a 24 episódios por temporada tem que ter 1/3 dos episódios pra encher linguiça..

Não ele nao superou a Kara ve a série que tu vai entender,ele ta casado mais e pra não ocorrer uma guerra entre a terra e saturno se não me engano então procura saber confio que eles vão ficar juntos #Karamel

Bem mais ou menos. Na verdade eu não acho ruim nem muito boa. É nota 6.

Mas é verdade, ele já superou a Kara, ela ainda não. Chega de draminha, parte pra outra.

E essa irmã dela e a Lena Luthor👅💦💧

É bem legal, pra quem gosta de super heróis. O problema é que tem muitos episódios desnecessários...

Se fosse um romance com Lena Luthor esses redatores feministas estariam comemorando a lacraçao...

Esse Maneu tem sorte. Conseguiu arrochar a Kara e aquela mulher dele que parece uma princesa...

Eu gosto da série. Tem momentos bons e ruins como toda série. Tem quem gosta e quem não gosta .só assistindo mesmo para você saber se te agrada ou não. Já assisti programas super elogiados, que não gostei e programas criticados que adorei. Por isso é bom assistir independente de comentários ruins.

A morte da Laurel foi o que mais afundou Arrow, desde a 4 temporada que não presta. Essa insistência em roupa de couro, história superficial, não ta funcionando. Legends, Flash e Black Lightining são as unicas de herói da CW que estão subindo, e olha que Flash ta dando umas cagadas.

Se fosse um relacionamento com outra mulher a redatora estaria comemorando, o texto teria no mínimo o dobro do tamanho.

So de ver a beleza da Benoist ja valr a pena kkkk

A primeira temporada exceto algumas coisas foi ótima A segunda deu uma caída mas melhorou. Mas a terceira continua em queda... O que fez a série dar certo foi ver as coisas na visão do dia a dia da supergirl com as "garfadas" da Cat Granty (muito da primeira temporada se deve a interação entre a Berrnoist é a Calista; num dos seus melhores papeis desde Ally Mcbell). E um bom elenco de apoio Quando infelizmente cada vez menos a Cat Grant participa (muito devido a recusa da Calista de se mudar pro Canadá onde a série é gravada), a série "sangra". Quando querem "empoderar" a supergirl (com coisas como ela é mais forte que seu primo!?, podiam usar milhares de argumentos convincentes mas força bruta!?)a série sangra mais. E acabamos de sair da "sangria" de nada mais de Kara Denvers... Sim a série tá num mal momento..., mas vamos ver se melhora afinal Arrow já teve pior (na temporada 4) e se recuperou!

" Supergirl só tem a ganhar se finalmente deixar Kara seguir sua história apenas com a amizade de Mol-El." Mas que graça, né... Então ela não tem o direito de se apaixonar, não???? Ridículo isso!!!!

Eu gosto muito... Acho q só nn é melhor q Legends das séries do Arrowverse

a Benoist presta mas a série não.

Eu ouço dizer que ela é bem divertida.

Tem seu público. Não sou eu. Mas tem seu público.

Na boa... essa serie presta? Vi que tem um Super-Homem, mas pra mim ele não convence.

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